Santos bem. Vasco, hora de acender velas

Antero Greco

13 de agosto de 2015 | 01h26

 

Amigo vascaíno, se você tem fé, é hora de colocá-la em prática, com promessas, rezas, velas de devoção. Pois a situação começa a ficar desesperadora.  Na noite desta quarta-feira, a equipe sofreu a derrota de número 11 em 18 rodadas – 1 a 0 para o Santos – e voltou a segurar a lanterna, com 13 pontos.

O que se viu na Vila Belmiro foi o duelo de um time em ascensão contra outro em que a insegurança dá o tom. O Santos se ajusta, sem alarde e com um passo de cada vez, como demonstrou em outras partidas. O Vasco se afunda, embora conte com jogadores experientes. Percebe-se a falta de confiança nos poucos lançamentos, nos raros dribles, nas poucas finalizações. De dar pena.

O Santos notou o descontrole  e pressionou, do início ao fim. Só no primeiro tempo teve algumas chances, com Ricardo Oliveira, Geuvânio, Gabriel. Com chutes para fora ou que paravam nas mãos de Martin Silva. A insistência deu certo no começo do segundo tempo, com o gol de falta de Victor Ferraz. Houve a chance de aumentar, com o pênalti que Ricardo Oliveira cobrou e Martin defendeu.

O que se conclui do jogo: o Santos cresce, jogadores que andavam em baixa melhoram e a ameaça de rebaixamento está afastada.  O contrário ocorre com o Vasco, cada vez mais em crise, sem rumo e que deve perder o técnico Celso Roth, nesta quinta-feira.

O medo de Série B pela terceira vez é enorme em São Januário. Que o santo ajude. E que os jogadores joguem!

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