Trinca do Jô no Atlético-MG. Efeito seleção?

Antero Greco

13 de setembro de 2013 | 01h25

A seleção brasileira tem feito bem danado pro Jô. A convocação para vestir a amarelinha surgiu de repente, em junho, quando se preparava para curtir semana de folga e foi chamado para substituir Leandro Damião. Deu conta do recado, na Copa das Confederações, cavou espaço, continuou a marcar (contra Austrália e Portugal) e agora estende a fase pro Atlético.

Voltou com tanta disposição da viagem para os EUA que resolveu a parada diante do Coritiba ainda no primeiro tempo do jogo desta quinta-feira, em Belo Horizonte, e logo com três gols. Trinca, tripleta, trio. Chame como quiser. O importante é que guardou os primeiros gols no Brasileiro, foi fundamental para garantir o resultado (3 a 0) que livra o Galo da zona de baixo.

Jô mandou para as redes, mas Fernandinho, Ronaldinho Gaúcho e tremendos cochilos da zaga do Coxa também se destacaram. Fernandinho, pela velocidade na esquerda; Ronaldinho, pelos lançamentos; o sistema defensivo paranaense por deixar Jô livre nas três situações.

Para o centroavante, os gols consolidam o bom momento. Para o Atlético, a vitória faz vislumbrar vida menos conturbada na segunda parte do campeonato. Para o Coritiba, outro tropeço significa fim da corrida pelo título e complicação no objetivo alternativo, a conquista de vaga para a Libertadores do ano que vem. E como lhe faz falta o Alex!

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