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A arrogância de Chilavert

Adriana Plut

11 de junho de 2006 | 19h53

Encontrei Chilavert em Frankfurt, sábado, no jogo entre Inglaterra e Paraguai. Não esperava que fosse um cara fino e educado, não. Já cuspiu no Roberto Carlos, abandonou time, xingou companheiros… Mas também não imaginava que a arrogância fosse tão grande quanto é hoje sua barriga. Perguntei a ele dos gols do Rogério Ceni. Com a cara fechada, disse duvidar que o são-paulino houvesse feito quase tantos gols quanto ele. “E, se eu jogasse no Brasil, duas ou três vezes por semana, teria marcado mais”, completou. Apesar do fim de carreira melancólico e do vergonhoso desempenho na Copa de 2002, sua trajetória no futebol foi notável. Não precisa rebaixar os outros, Chilavert. Até porque, convenhamos, goleiro por goleiro, Rogério é muito melhor.

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