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À procura do homem que sabe javanês

Oscar Quiroga

05 de junho de 2006 | 17h06

O repórter Marcos Rogério Lopes já contou aqui neste blog sobre a migração de gente do mundo que decide viver na Alemanha. Marcos está em Berlim, a capital, cobrindo a seleção alemã. Eu estou em Baden-Baden, uma cidadezinha pequena e pacata, onde treina a Inglaterra.
Mas aqui também está cheio de “gringo”. Depois de ser conduzido por um taxista venezuelano e receber um legítimo hot dog das mãos de um chinês que não sabe falar alemão, conheci hoje uma família iraniana que foi até ao aeroporto para ver de perto o time inglês. Ou melhor: ver David Beckham. Segundo eles, há muitos iranianos por aqui — só perdem para os turcos.
Cruzei também com um francês (outro taxista), um croata (que me deu informações valiosas sobre o sistema de trens, que é absolutamente fantástico) e um nigeriano (no trem, ele logo notou que eu não era alemão e puxou conversa em inglês).
Com tanto “gringo” por aqui, ainda vou acabar esbarrando no homem que sabe javanês.

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