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Após feito inédito, Arthur Zanetti mata saudade de sua cachorra

Estadão Esportes

11 Novembro 2015 | 18h05

Depois de garantir para o Brasil a vaga inédita na ginástica por equipes nos Jogos de 2016, Arthur Zanetti mata saudade de Ivi, sua bull terrier. O campeão mundial e olímpico nas argolas estava afastado de sua pet desde a preparação brasileira para a competição da Escócia, realizada entre os dias 23 de outubro e 1 de novembro.

Zanetti está de volta a São Caetano, onde defende a SERC/Agith, para se preparar para o Campeonato Brasileiro da modalidade e conta que sua mãe ficou responsável por Ivi neste período. “Sempre gostei de cachorro e, principalmente, dessa raça, por ser forte, brincalhona e estabanada”, conta Arthur. “Sou apegado à minha família e namorada e sinto saudades. Mas sinto muita falta da Ivi também.”

Aos 25 anos, o atleta revela que teve que vencer uma barreira familiar para ter sua cachorra. “Meu pai (Archimedes) não queria bicho. Então, o único jeito foi comprar e levar para casa. Só em duas coisas que eu fiz na vida eu não pedi opinião do meu pai, a tattoo (tem a medalha de ouro olímpica, de Pequim, tatuada no abdômen) e a Ivi. Procurei e achei em um pet de São Caetano – era uma bull terrier pirata, fêmea e branca. “Nossa, me apaixonei na hora!”.