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Castelo de cartas

Colégio Ofélia

02 de julho de 2010 | 13h16

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Julio Cesar viveu seu momento Oliver Khan. Luís Fabiano não entrou em campo. Lúcio, que não apareceu na foto no segundo gol holandês, virou centro-avante. Robinho sumiu no segundo tempo. Felipe Melo viveu seu momento Felipe Melo. O Brasil está fora da Copa. E, pelo que o time jogou no primeiro tempo, não dá para escrever com facilidade “estava escrito”. Dava para ganhar esse jogo.

Galvão Bueno fez editorial contra a expulsão de Felipe Melo, contra a falta de opções no banco de reservas. Tudo isso já se sabia desde a convocação. O que espantou foi o tamanho do desequilíbrio emocional do time após sofrer o primeiro gol holandês. Afinal, são todos experientes, consagrados, quase todos jogam na Europa, estão acostumados à pressão.

A Holanda jogou um futebol nota 7, no máximo. Poderia ter se desesperado ao final do primeiro tempo, mas optou por mexer com os nervos dos brasileiros. Provocou, catimbou, enervou. E não adianta culpar Mick Jagger, que estava no estádio com o filho Lucas, o menino vestido com a camisa da seleção. Nem Johann Cruyff, que cantou a bola e não desperdiçou seu dinheiro para ver Dunga esmurrando o banco de reservas.

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