Cingapura é boa porta de entrada para o futebol brasileiro no mercado asiático
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Cingapura é boa porta de entrada para o futebol brasileiro no mercado asiático

miltonpazzi

08 de fevereiro de 2007 | 16h52

Cingapura é uma ilha O acerto do Clube dos 13 para a transmissão dos jogos do Brasileirão em Cingapura parece ser um gol a favor se avaliarmos economicamente o país. Cingapura é um dos emergentes do mercado asiático. Numa ilha com 682 quilômetros quadrados de extensão (metade da área da cidade de São Paulo), Cingapura tem uma população de cerca de 4,5 milhões de habitantes. Se tornou independente da Malásia em 1963 e desde então só tem crescido.

Após quarenta anos de trabalho, Cingapura tem atualmente um PIB (Produto Interno Bruto) estimado em US$ 121,5 bilhões (cerca de 254 milhões de reais, em 2006), equivalente ao da Colômbia, que tem uma área 1.700 vezes superior e uma população dez vezes maior. Sua renda per capita é de quase US$ 30 mil dólares (R$ 63 mil), muito superior à brasileira, que está em cerca de US$ 8.600 (R$ 18 mil).

A maior parte de sua população é feminina, mas os homens se encaixam no perfil costumeiro de quem gosta de futebol, já que a idade média é de 36,9 anos. O que deve atrapalhar os torcedores é a diferença de fuso horário, já que são 11 horas a mais de fuso horário em relação ao Brasil. Assim, se uma partida for às 16 horas aqui, lá serão 3 horas da madrugada (se a transmissão for ao vivo).

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