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Dodô e o médico

Teresa Ribeiro

13 de março de 2007 | 20h01

O atacante Dodô ganhou projeção no São Paulo, entre 1995 e 1999, passou por Palmeiras, Santos e foi para o Oriente, atuando na Coréia, Japão, Emirados Árabes, até encontrar morada na torcida do Botafogo, com quem se identificou e criou vínculo de ídolo. Mas, agora, ele vive uma situação inusitada no Alvinegro.

Há duas semanas, Dodô sente uma dor no calcanhar direito que o tem impedido de atuar. Na quarta-feira (14), não estreará com o Botafogo na segunda fase da Copa do Brasil, contra o Ceará. O pior de tudo é que o jogador começa a ser pressionado pela comissão técnica do time.

O médico do Botafogo, Márcio Cunha, fez uma declaração que revelou o atual mal-estar provocado por Dodô: “é uma contusão que não é séria, mas incomoda. Só que ele não jogaria no sacrifício. É comparável a uma dor-de-cabeça. Dá para se trabalhar com ela. E o jogador tem que saber conviver com a dor.”

Dodô não se manifestou sobre as palavras do médico, mas quando as coisas chegam a esse ponto é porque está pintando uma situação do tipo: “ou ele ou eu”. E, neste caso, sabemos muito bem qual é o lado mais fraco desta corda.

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