Zico: Duas demissões em um ano
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Zico: Duas demissões em um ano

andreavelar

19 de janeiro de 2010 | 12h53


Yves Herman/Reuters – 4/11/2009

Dentro das quatro linhas, Zico foi um verdadeiro craque. Foi um dos melhores de sua época como jogador, mas como técnico ainda está devendo. Com sua recente saída do Olympiacos, da Grécia, o terceiro maior artilheiro da seleção brasileira soma sua segunda demissão em menos de um ano – esteve no comando do CSKA, da Rússia, de janeiro a setembro de 2009.

Depois de um começo promissor na seleção japonesa, com o título da Copa da Ásia em 2004 e direito a sufoco na seleção brasileira na Copa das Confederações do ano seguinte, Zico perdeu o fôlego. Acabou eliminado na primeira fase da Copa do Mundo na Alemanha.

No comando do Fenerbahce chegou a dar mostras do seu valor levando o time à conquista do campeonato local e, principalmente, às quartas de final da Liga dos Campeões. Ficou nisso. Da Turquia se perdeu no desconhecido Bunyodkor, do Usbequistão. Em quatro meses, levou mais atenção da mídia pelo inusitado do que reconhecimento mesmo.

Quando se esperava uma volta ao Flamengo, para assumir ao menos um cargo na diretoria do clube, Zico preferiu a gelada Rússia. Não deu outra, esteve em outra fria. Com um time fraco e sem estrelas, não passou das oitavas de final da Copa da Uefa.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: