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Em defesa de Ballack

Lucas Nobile

09 Julho 2006 | 06h43

O meia Michael Ballack não brilhou como o torcedor alemão esperava. Antes, era cotado para ser um dos astros da Copa. Mas, assim como o brasileiro Ronaldinho Gaúcho e o argentino Riquelme, não conseguiu desequilibrar os jogos e ser decisivo para a Alemanha.

Mesmo assim, termina a Copa em paz com a torcida alemã. Segundo o técnico da seleção da casa, Jürgen Klinsmann, Ballack teve um papel fundamental ao liderar o jovem grupo da Alemanha e ainda jogou no sacrifício, fora da melhor forma física, depois da contusão que sofreu pouco antes do começo do Mundial. Na conquista do terceiro lugar, por exemplo, ele nem jogou, por problemas médicos.

Ballack não saiu como herói, mas também não foi colocado como vilão.