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Enfim, o São Paulo jogou com vontade

André Rigue

13 de abril de 2008 | 20h18

O São Paulo não era favorito para a primeira partida das semifinais do Paulistão contra o Palmeiras. Continua não sendo para o segundo duelo, no Palestra Itália. O diferencial do time de Muricy Ramalho na vitória por 2 a 1 no Morumbi foi a vontade, coisa que faltou nos últimos jogos, principalmente contra o Audax Italiano, pela Libertadores.

Vencer o clássico foi um verdadeiro desabafo para o time são-paulino, agitado por brigas internas, pressão de dirigentes e fracos desempenhos em campo. Richarlyson voltou à velha forma e mostrou uma versatilidade grande na marcação. Até o ‘apagado’ Dagoberto brilhou.

Que o time de Muricy Ramalho tem talento para ser campeão do Paulistão, ninguém duvida. Mas apenas talento não basta. É preciso vontade! A pergunta que fica é a seguinte: Será que a vontade apresentada neste domingo pelo São Paulo se repetirá no Palestra Itália? O torcedor são-paulino espera que sim.

PÉ GELADO
Ronaldo foi assistir no Maracanã o jogo entre Flamengo e Botafogo pelas semifinais da Taça Rio: o rubro-negro levou 3 a 0 e um senhor baile. Torcedores de Botafogo, Fluminense e Vasco já pedem uma cadeira cativa para o Fenômeno.

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