Kazan, um belo passeio
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Kazan, um belo passeio

Giuliander Carpes

15 de setembro de 2011 | 19h00

Giuliander Carpes, enviado especial

KAZAN – Quando a Federação Russia de Tênis anunciou a cidade de Kazan, a 800 quilômetros de Moscou, como sede do confronto pelo Grupo Mundial da Copa Davis, a equipe brasileira logo pensou no transtorno que seria a logística de chegar na cidade e também duvidou que seria bem recebida. As incertezas logo foram dirimidas.

Realmente não é nada fácil chegar a Kazan. A delegação partiu de São Paulo às 18h30 de quinta-feira da semana passada e só chegou às 3h30 de sábado (21h30 de sexta-feira em Brasília). Foram 27 horas de viagem, que contou com uma espera de 10 horas no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, local da conexão. Mas o esforço até que compensou.

A estrutura do hotel e da Academia de Tênis de Kazan são ótimas e os russos receberam os brasileiros muito bem. Para completar, Kazan não é o fim de mundo que se esperava. A cidade é considerada a capital dos esportes da Rússia. Além disso, tem algumas atrações turísticas como o seu Kremlin, tombado pelo Patrimônio Histórico da Humanidade. Trata-se de uma construção medieval à beira do Rio Volga de onde a cidade se desenvolveu. A delegação brasileira teve tempo de passear por lá. Os tenistas gostaram especialmente da mesquita, a grande atração do lugar. Thomaz Bellucci foi o único que não viu. Preferiu ficar no hotel. Perdeu.

As fotos são cortesia do excelente Marcelo Ruschel, da Poa Press, agência contratada pela Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

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