Léo Lima, o bom bad boy
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Léo Lima, o bom bad boy

andreavelar

18 de março de 2010 | 23h57

Léo Lima comemora o seu gol - Sérgio Neves/AE

Meio-campo Léo Lima comemora o seu gol - Sérgio Neves/AE

Ele jura que o apelido é coisa do passado. Quando mais novo, até gostava de ser reconhecido também pelas confusões que aprontava fora dos campos. Mas o Léo Lima de hoje é outro e com o futebol ainda melhor. Nesta quarta-feira, na vitória do São Paulo sobre o modesto Nacional (PAR) ele passeou.

 No lugar de Jorge Wagner por opção do técnico Ricardo Gomes, ele comandou o meio-campo no Morumbi. Foi preciso na defesa, deu lançamentos, toques de tudo que foi jeito, deixou os companheiros na cara do gol e ainda fez o seu.
 

“Tenho que começar a fazer uma nova história. Sei do meu potencial, sei que tenho condições de ajudar a equipe”, disse o jogador.

Como gosta de pedir a boleirada, se fizer uma boa sequência de jogos credencia de vez o São Paulo a um dos favoritos ao título da Copa Libertadores. Ainda com Hernanes inspirado, como um autêntico camisa 10, Léo Lima parece ser a peça que faltava no bom elenco do São Paulo.

NEM NO BANCO
Contratado no início da temporada, Marcelinho Paraíba ainda não rendeu o esperado. Ficou fora até mesmo do banco de reservas em uma partida nada complicada. O próprio Léo Lima já passou por essa situação neste ano. Experiente, Marcelinho sabe que durante a semana pode recuperar o tempo perdido e voltar à equipe.

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