Marcos Daniel, agora apenas um conselheiro
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Marcos Daniel, agora apenas um conselheiro

Giuliander Carpes

10 de julho de 2011 | 18h30

Dando dicas. Daniel (E) passou o tempo todo com ex-companheiros no box do Brasil na quadra do Uruguai

MONTEVIDÉU – Não faz muito tempo e Marcos Daniel era um dos nomes que inspirava mais confiança na equipe brasileira da Copa Davis. Sua última atuação antes da aposentadoria, anunciada antes de Roland Garros, havia sido justamente nos 5 a 0 sobre o Uruguai no ano passado, em Bauru. Fisionomicamente, o gaúcho não envelheceu um dia sequer. Mas o ombro não é mais o mesmo.

“Com as lesões, perdi 40% da minha força. Assim não é mais possível ser um jogador de tênis profissional”, diz.

Em Montevidéu, Daniel estava como um conselheiro da equipe brasileira. O mais experiente do time é Bruno Soares, 29 anos, mas é de Thomaz Bellucci de quem se espera vitórias significativas na competição por equipes mais tradicional do mundo. Enquanto não acha um emprego fixo – se o tão especulado Centro de Treinamento do Brasil sair, será um dos técnicos dele -, o gaúcho tenta passar sua experiência para ele. Na repescagem do Grupo Mundial, a conversa será bem diferente da que o Brasil teve no Uruguai.

Crédito da foto: Marcelo Ruschel / POA Press / Divulgação

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