As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Mas cadê a banheira?

Luiz Zanin Oricchio

26 de junho de 2006 | 13h55

Depois de 23 dias na Alemanha, aprendi muitas coisas, mas de uma me tornei viciado: o banho de banheira.
É um hábito alemão, europeu, e não existe coisa melhor depois de um dia de trabalho, caminhadas intermináveis, comida de menos, pouquíssimo tempo de sono…. Todos os hotéis têm uma, menos o de Munique, onde estive até hoje de manhã. Aliás, além da falta inadmissível, a descarga do banheiro disparou assim que eu cheguei. E como a recepção demorou demais para resolver o problema, pásmem, eu arrumei. Por essa nem eu esperava.
No hotel aqui em Berlim, a banheira é um pouco maior e tem ainda uma essência de limão para fazer espuma quando colocada na água. Coisa que eu só via em filmes, passei a usar também.
Hoje, no reencontro, abusei. Depois de seis horas no trem e três de sono, não aguentei: dormi na banheira.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.