Nem só com técnica se joga uma Copa Libertadores
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Nem só com técnica se joga uma Copa Libertadores

andreavelar

26 de fevereiro de 2010 | 00h56

Auxiliar-técnico Milton Cruz lamenta derrota do São Paulo - Foto: Fernando Vergara/AP

Milton Cruz lamenta derrota do São Paulo - Foto: Fernando Vergara/AP

De nada adiantou Rogério Ceni se tornar o maior artilheiro do São Paulo na Copa Libertadores com 11 gols. O feito do goleiro-artilheiro é sim histórico, digno de comemoração, mas o time não pode perder para algoz Once Caldas uma partida que estava ganha.

De um primeiro tempo brilhante, com toque de bola, controle absoluto do meio-campo, a um verdadeiro sufoco na etapa complementar. Esse foi o resumo do São Paulo, que mais uma vez se perdeu em Manizales, na Colômbia. Nem só de técnica se joga uma Libertadores.

O primeiro gol dos donos da casa nasceu de uma verdadeira bobeira entre Jorge Wagner e Marcelinho Paraíba que, incrivelmente, precisam treinar cobrança de lateral. Como se não bastasse, Jean e Miranda deixaram o atacante Moreno passar livremente e virar o placar.

Agora é dar um jeito de descansar (são pelo menos 12 horas de viagem de volta para casa) e concentrar os esforços no Campeonato Paulista. Domingo, o time enfrenta o Monte Azul, às 17 horas, na Arena Barueri.

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