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O ar rarefeito no futebol

Robson Morelli

20 de fevereiro de 2007 | 15h38

A diretoria do Flamengo não aceita mais que seu time jogue em altitudes muito acima do nível do mar, como ocorreu na partida contra o Real Potosí, da Bolívia, a 4 mil metros de altura. São Paulo está a cerca de 800 metros acima do mar. E o Rio, no mesmo nível.

Prejudicado pelo ar rarefeito de Potosí, o clube decidiu buscar seus direitos nas três esferas que administram o futebol: a estadual (Carioca), a nacional (CBF) e a mundial (Fifa). Pede que esses jogos sejam disputados em condições mais ‘humanas’.

Dificilmente emplaca o pedido. Vale lembrar que o Comitê Olímpico Internacional (COI) não valida marcas que sejam obtidas em provas disputadas em altitides como a de Potosí. O que você acha? Os times brasileiros devem se negar a jogar em altitudes como a de Potosí? A Fifa deve estipular uma altitude máxima, tipo 1.500 metros, para as partidas oficiais da Conmebol?

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