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O fascínio que a Taça Fifa exerce

Lucas Nobile

09 Julho 2006 | 19h15

Quando a Copa começou, eram 32 seleções em busca de um mesmo objetivo: levantar a Taça Fifa, como campeão mundial. A Itália conseguiu tal feito neste domingo, após bater a França nos pênaltis. E mostrou todo o fascínio que o troféu do título exerce sobre qualquer um que chegue perto dele.

A Taça Fifa ficou exposta na lateral do Estádio Olímpico de Berlim, bem na frente da porta de entrada dos vestiários, durante a disputa da final. No aquecimento antes do jogo, o técnico da Itália, Marcelo Lippi, passou por ali. Parou por alguns segundos para olhar o troféu. Fascinado, deve ter imaginado a cena que acabou acontecendo cerca de 3 horas depois.

Antes de chegar a vez de Lippi, na festa pelo título, a Taça Fifa passou pela mão dos jogadores da seleção italiana. Todo mundo quis acariciar, beijar ou apenas segurar por um tempo o cobiçado troféu.

No fim, o capitão Cannavaro, justamente o primeiro a levantar o troféu, saiu de campo levando-o nos braços, como quem carrega um bebê. A Taça Fifa está agora nas mãos da Itália, mas o fascínio que ela exerce está justamente no fato de que qualquer um pode ficar com ela daqui a quatro anos, na Copa da África do Sul.