Pelo fim das mortes: torcida única nos jogos de risco já
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Pelo fim das mortes: torcida única nos jogos de risco já

André Rigue

22 de fevereiro de 2010 | 19h41

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Os atos de violência registrados no clássico entre Palmeiras e São Paulo no último domingo colocaram novamente em discussão a adoção da torcida única para os jogos considerados de grande risco em São Paulo.

Várias brigas ocorreram por São Paulo por causa das torcidas. Pelo menos 20 pessoas ficaram feridas e um torcedor morreu nos confrontos, de acordo com dados da Polícia Militar.

O promotor público Paulo Castilho, responsável por combater a violência nos estádios de São Paulo, voltou a defender a entrada de apenas uma torcida nos clássicos.

O assunto já esteve em discussão diversas vezes, sempre após confrontos que causaram morte e destruição.

Controlar as torcidas é algo muito complicado. A violência não ocorre propriamente no estádio, mas sim no entorno do jogo. Todos nós sabemos que muitos dos torcedores que frequentam os estádios são, digamos, “criaturas não amigáveis”.

Adotar a torcida única seria uma maneira de impedir que esses torcedores se encontrassem na ida aos estádios. O espetáculo, é claro, perderia um pouco de seu charme, mas pelo menos novas mortes imbecis seriam evitadas.

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