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Por que não perder uma câmera

Luiz Carlos Merten

19 de junho de 2006 | 16h13

Tentei muito e finalmente “consegui” perder minha antiga máquina fotográfica. Quinta-feira passada, o México treinou em Hannover, à noite, para o jogo contra Angola. Esqueci a máquina na tribuna de imprensa… e só fui perceber de madrugada.
Voltei ao estádio às 7 da manhã e pedi ajuda aos fiscais. Até o segurança, que tem toda a pinta de soldado alemão da II Guerra, arregalou os olhos e se espantou quando contei meu problema. Ele me deixou entrar prá procurar pelo aparelho. Repeti a história na outra portaria, e uma das fiscais ralhou comigo: “cara, como é que você pôde esquecer sua câmera aqui ?” Reviramos as tribunas e, claro, não achamos nada. Desisti. Quando estava indo embora, outra bronca. Num Inglês com muito sotaque, um fiscal passou as mãos em volta do pescoço e disse: “amigo, câmera a gente usa pendurada aqui…” Não esqueço mais.
Como levei um monte de bronca de gente estranha, podem achar ruim comigo também… não ligo. Sei que dei uma tremenda bobeada.
Em tempo: comprei uma nova câmera e agora durmo com ela amarrada no pescoço prá não perdê-la…

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