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Que coca-cola cara

Baldini Wilson

08 de junho de 2006 | 19h08

Os 23 graus de ontem, em Marienfeld, foram festejados por todos depois dos dois graus de segunda-feira pela manhã. Com o calor, me veio uma sede monstro à tarde. Lá na concentração de Portugal, só tem um barzinho, de uma dona alemã malcriada que dói. Como nem bebedouro tem no mosteiro de 800 anos, resolvi ir comprar uma coca. A mulher pegou a garrafa de 200 ml e bateu forte na mesa. Parecia aqueles filmes de caubói americano. Eu, seco, fui pegar para tomar e ela veio com aquela sopa de consoantes. Não entendi nada e ela quase me expulsou do bar. Fui pagar e ela falou o preço: três euros. Aí, quase que eu vou para cima dela. Que roubo!

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