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Que o clássico fique apenas no futebol

André Rigue

18 de abril de 2008 | 22h20

Durante a semana, o clima para o clássico ficou agitado pela troca de farpas entre o gerente de futebol do Palmeiras, Toninho Cecílio, e o superintendente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha.

Os técnicos Muricy Ramalho e Vanderlei Luxemburgo, experientes, trabalharam como bombeiros para que esse clima de animosidade não influenciasse os jogadores.

Em campo, teremos mais uma grande partida entre São Paulo e Palmeiras. São times de qualidade tão elevada que a garantia de espetáculo é certa. Espero que os torcedores desfrutem do jogo e não se deixem influenciar por esses dirigentes.

Apontar um favorito para este clássico é uma missão difícil. São duas equipes que se equilibram com suas armas: o Palmeiras pela habilidade e o São Paulo pela força física. Mas não vou ficar em cima do muro: dá Palmeiras.

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