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Romário deixará saudades

André Rigue

14 de abril de 2008 | 23h56

Quando ouço o nome Romário, logo lembro da Copa do Mundo de 1994. Em frente à televisão, era uma expectativa ver o Baixinho decidir as partidas pela seleção. Apesar de futebol nhenhenhém do esquema do técnico Parreira, nós tínhamos Romário e ele decidiu aquele Mundial.

É difícil encontrar alguém tão perfeito como ele dentro da área. Uma bobeada dos zagueiros e Romário balançava a rede. Uma de suas principais vítimas era o Corinthians. Mesmo quando ‘considerado velho’, o Baixinho estremecia a defesa do alvinegro.

A marca dos mil gols (1.002 ao todo) é questionada por muitos. Oficial ou não, Romário será eternizado nas páginas da história como um mestre. Será que um dia veremos alguém tão genial como o Baixinho dentro da área? Eu acho difícil…

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