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Um a menos no elenco de Caio Júnior

Robson Morelli

23 de fevereiro de 2007 | 20h11

Paulo Baier confirmou sua saída do Palmeiras. Disse ter feito um acordo sobre os sete meses de direitos de imagem atrasados. Abriu mão do dinheiro em troca de sua liberdade. Alguma coisa parece-me entranha nessa história toda. Ele diz não ter nada acertado com outra equipe e que pensa somente em descansar.

Descansar? Mas os jogadores voltaram de férias há menos de três meses, fizeram nove jogos no Paulista e um na Copa do Brasil. Descansar do que então, cara pálida?

E cá entre nós, vocês já viram jogador de futebol abrir mão de dinheiro assim tão facilmente, para se dizer depois desempregado, como disse Baier em sua entrevista de despedida? Claro que não. Jogador não rasga dinheiro. E é claro que depois da ‘semaninha’ que Baier pediu para descansar, ele se apresentará em algum novo clube.

Clube este que certamente já lhe adiantou algum a título de ‘luvas’. Pela Lei Pelé, o jogador de futebol tem o direito de romper seu contrato se o clube para o qual trabalha atrasar três meses de salário. Foi o que Baier fez, de forma amigável. E o Palmeiras ficou a ver navios…

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