Beatriz Ferreira estuda a possibilidade de seguir carreira profissional juntamente com a olímpica

Medalha de prata olímpica e mundial tem proposta de uma empresa internacional para disputar lutas profissionais ainda este ano

Wilson Baldini Jr.

31 de maio de 2022 | 18h46

 

A excepcional Beatriz Ferreira estuda a possibilidade de seguir carreira profissional juntamente com a olímpica. Medalha de prata na Olimpíada do Japão e Mundial na Rússia tem proposta de uma empresa internacional para disputar de duas a três lutas profissionais ainda este ano, sem comprometer sua sequência de competições internacionais pela seleção olímpica do Brasil.

Bia recebe uma boa remuneração da CB Boxe, Marinha do Brasil, do governo federal e de patrocinadores e pretende continuar com isso pelo menos até a Olimpíada de Paris, em 2024, quando vai tentar a conquista inédita do ouro olímpico para o boxe feminino do Brasil.

Desde 2016, os boxeadores podem ter carreira ‘híbrida’ ouseja: serem profissionais e lutarem nos Jogos Olímpicos. Bia seria a primeira atleta da nobre arte a ter esta atitude. Aos 29 anos, Bia soma 35 pódios em 36 torneios internacionais.

A informação foi do técnico Mateus Alves, técnico da seleção olímpica, no domingo, durante a ‘live 24 horas’ do canal baldoboxing, no Youtube.

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