Como é triste gostar de boxe no Brasil

Como é triste gostar de boxe no Brasil

Wilson Baldini Jr.

16 de fevereiro de 2018 | 09h27

 

Como é triste gostar de boxe no Brasil.

Eu não sou o jornalista que gostaria de ser. Não tenho a cultura necessária para ser um especialista. Não consigo me desenvolver como profissional pela falta de tempo e espaço.

Falta união para as pessoas que trabalham e praticam a nobre arte no País.

Os meios de comunicação não noticiam os eventos que acontecem no País e no mundo. Os atletas são figuras desconhecidas do público, apesar de conquistarem títulos mundiais e medalhas olímpicas.

O SporTV não renova contrato com a empresa Top Rank e luta do campeão olímpico Robson Conceição não é transmitida. Estão em risco as demais transmissões previstas para o ano.

FOX Sports tem os direitos para passar ao vivo Danny Garcia x Brandon Rios, neste sábado, mas prefere gravar e por em VT no domingo.

O programa KO Arena, no BandSports, deixou ser apresentado na quarta-feira para dar lugar a um jogo do tenista Thomas Bellucci.

Enfim, dá vontade de largar tudo. Ainda mais para quem cresceu vendo boxe nos ginásios do Ibirapuera e do Pacaembu, leu notícias de boxe nos principais jornais quase que diariamente e  ouviu comentários constantes nas emissoras de rádio.

Outro dia me peguei lembrando das conversas de seu Wilson (meu pai) e do seu Nello (meu avô materno) sobre Joe Louis, Rocky Marciano, Eder Jofre, Servílio de Oliveira, Muhammad Ali, Joe Frazier, George Foreman, Ken Norton….

Que saudades!

Tudo o que sabemos sobre:

boxeoboxingboxe

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: