Corte de 47 pontos pode impedir Tyson Fury de receber US$ 100 milhões para lutar de novo com Deontay Wilder

Corte de 47 pontos pode impedir Tyson Fury de receber US$ 100 milhões para lutar de novo com Deontay Wilder

Britânico sofreu a lesão durante a luta de sábado, em Las Vegas, diante do sueco Otto Wallin, na qual venceu por pontos, após 12 assaltos

Wilson Baldini Jr.

16 de setembro de 2019 | 09h10

 

 

A valentia demonstrada por Tyson Fury para derrotar o sueco Otto Wallin, sábado, em Las Vegas, poderá impedi-lo de lutar pela segunda vez com Deontay Wilder, dia 22 de fevereiro.

O peso pesado britânico teve de receber 47 pontos para fechar os cortes que recebeu no supercílio e na pálpebra direitas por causa do gancho de esquerda desferido pelo adversário no terceiro assalto do combate.

Logo após a luta, Fury se dirigiu até ao Centro Médico da Universidade de Las Vegas, onde foi prontamente atendido. Segundo os médicos, os cortes são “limpos”, mas não foi possível prever um tempo de recuperação. Vai depender da reação de sua pele ao tratamento.

John Fury, pai de Tyson, usou as redes sociais para criticar o técnico Ben Davison pela escolha de um rival canhoto, quando o foco principal é Wilder, que é destro. Ele também afirmou que a lesão poderá custar o restante da carreira do filho.

“Acredito que tudo vá correr bem, mas ele (Fury) precisa se preparar 100% para enfrentar Wilder”, disse o empresário Frank Warren, que tem um acordo com Bob Atum, da Top Rank, para que Fury faça duas lutas com Wilder em 2020 por US$ 100 milhões.

Fury e Wilder lutaram dia 1º de dezembro do ano passado e houve empate, após 12 assaltos eletrizantes. O norte-americano chegou a derrubar o britânico duas vezes.

Tudo o que sabemos sobre:

boxeTyson FuryOtto WallinDeontay Wilder

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.