Deontay Wilder diz que quer uma “morte” em seu cartel. Ele não poderia ser mais idiota

Deontay Wilder diz que quer uma “morte” em seu cartel. Ele não poderia ser mais idiota

Conselho Mundial de Boxe vai analisar declarações e norte-americano poderá sofrer punição

Wilson Baldini Jr.

31 de março de 2018 | 11h21

 

Deontay Wilder é o campeão mundial dos pesos pesados pelo Conselho Mundial de Boxe. Suas lutas são marcadas por uma violência impressionante. Tecnicamente, o norte-americano é muito fraco. Até aí, tudo bem.

O problema ocorre quando Wilder abre a boca. Na tentativa de ganhar notoriedade, a “Bomba de Bronze” fala pelos cotovelos. A última foi dizer: “Quando estou no ringue não tenho sentimento nenhum pelo meu adversário. Sou a ‘Bomba de Bronze’ e quero uma morte em meu cartel. Fora do ringue não aceito violência, mesmo porque poderia matar um homem de dois a cinco segundos.”

E continuou: “Minha mão é como um revólver. Quando alguém vem em minha direção e me ameaça, eu tenho direito a me defender”, disse o invicto pugilista, que soma 40 vitórias, com 39 nocautes.

Mauricio Sulaiman, presidente do Conselho Mundial de Boxe, não gostou das declarações de Wilder. “Isso vai contra as normas de ética da nossa entidade. Nossa comissão disciplinar vai analisar este delicado assunto. Deontay Wilder está conosco há muito tempo. Nos respeitamos muito e não acredito que ele possa dizer que queira matar alguém no ringue.”

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