Floyd Mayweather enfrenta 2020 com mortes do tio e ex-mulher, filha presa e pupilo assassinado

Amigos íntimos afirmam que ex-campeão mundial está abatido e triste com a série de acontecimentos ruins ocorridos nos últimos meses

Wilson Baldini Jr.

10 de setembro de 2020 | 10h37

 

O ano de 2020 não tem sido fácil para Floyd Mayweather. Nos últimos seis meses, o ex-campeão mundial conviveu com quatro acontecimentos muito tristes. Amigos íntimos afirmam o ex-boxeador está abatido e triste.

Em março, Josie Harris, namorada de Mayweather por 15 anos e mãe de três de seus filhos, foi encontrada morta dentro do carro, em Valência, na Califórnia. Ela tinha 40 anos. A necrópsia apontou uma overdose acidental de remédios.

Uma semana depois, seu tio, Roger Mayweather, de 58 anos, morreu de câncer. Os dois tinham grande afinidade e Mayweather nunca escondeu que aprendeu muito com o tio nos treinamentos diários durante toda a sua carreira. Roger sempre esteve no seu córner em seus combates.

Em abril, Yianna Mayweather, sua filha, de 19 anos, foi presa após esfaquear uma mulher durante uma briga na residência do seu namorado. Ela foi processada e pode pegar 99 anos de prisão.

Nesta segunda-feira, Mayweather recebeu a notícia de que Danny Gonzalez, de 22 anos, um de seus pupilos mais talentosos, fora assassinado. Ele tinha assinado contrato com a Mayweather Promotions, em 2016, e só lutou em 2017. Com problemas fora dos ringues, planejava voltar a lutar após a pandemia.

Mayweather pouca fala sobre esses casos e passou a usar boa parte de seu tempo em sua academia em Las Vegas, trabalhando como treinador de lutadores como

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