Manny Pacquiao, o melhor boxeador do século 21, ganharia de Eder Jofre?

Manny Pacquiao, o melhor boxeador do século 21, ganharia de Eder Jofre?

Filipino perderia para o Galo de Ouro, mas venceria o melhor boxeador brasileiro de todos os tempos como peso pena

Wilson Baldini Jr.

23 de julho de 2019 | 02h37

 

Não gosto de fazer comparações no esporte. Cada campeão tem seu momento e sua época. Mas duas coisas não saem de minha cabeça desde a vitória de Manny Pacquiao sobre Keith Thurman, sábado, em Las Vegas.

O feito de Pacman é um dos maiores do esporte em todos os tempos. Pena que a imprensa brasileira deu tão pouco espaço para o assunto mais discutido nas redes sociais no sábado à noite.

Aos 40 anos, o filipino pareceu um garoto nos três primeiros assaltos e depois esbanjou sua experiência de mais de duas décadas nos ringue pelo mundo a fora para ganhar pela 62ª.

Seus braços, pernas e o raciocínio estão preservados após dezenas de “guerras” travadas contra Marco Antonio Barrera, Erik Morales, Juan Manuel Marquez, Oscar De La Hoya, Antonio Margarito, Timothy Bradley, Floyd Mayweather e tantos outros…

E o fim de carreira ainda não está por vir. O próximo rival pode ser o russo Alexander Besputin, invicto, de 28 anos, com 13 vitórias, primeiro colocado da Associação Mundial de Boxe, ainda este ano. Depois, o rival poderá ser o vencedor entre Errol Spence Jr. e Shawn Porter. Por último, o desejado duelo com Terence Crawford.

Com títulos conquistados em oito categorias, coloco Pacquiao como o melhor pugilista do século 21 à frente até do badalado Floyd Mayweather de quem perdeu em 2015. E vou além. Em um duelo hipotético com o lendário Eder Jofre, Pacquiao não seria páreo para o Galo de Ouro, mas venceria o nosso maior pugilista da história como peso pena.

Vocês concordam?

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