Morte de Arturo Gatti no Brasil completa 9 anos. Dúvidas permanecem

Morte de Arturo Gatti no Brasil completa 9 anos. Dúvidas permanecem

Parentes, amigos e fãs do pugilista canadense jamais aceitaram a versão de suicídio apresentada pela polícia pernambucana

Wilson Baldini Jr.

11 Julho 2018 | 19h09

 

Reuters

 

A morte do boxeador canadense Arturo Gatti em um quarto de hotel em uma praia do litoral pernambucano completou nesta quarta-feira nove anos.  E muitas dúvidas permanecem.

Familiares do grande pugilista ainda não aceitam que foi um caso de suicídio. Na noite anterior, Gatti e a esposa brasileira, Amanda Rodrigues, haviam tido uma discussão por causa de ciúme.

Em um primeiro momento, Amanda chegou a ser apontada como criminosa, pois teria assassinado o marido, de 37 anos, asfixiado. Depois, a polícia pernambucana apontou que teria ocorrido suicídio.

O estilo brigador de Gatti fez com que seus combates fossem admirados por milhares de fãs. A trilogia com Mickey Ward é uma das mais empolgantes de todos os tenpos. Ele foi campeão dos superpenas e meio-médios-ligeiros.

Fez 49 lutas, com 40 vitórias e 31 nocautes. Lutou pela última vez em julho de 2007.

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