Tyson Fury entra para a WWE para aumentar a popularidade nos Estados Unidos e ganhar R$ 60 milhões

Tyson Fury entra para a WWE para aumentar a popularidade nos Estados Unidos e ganhar R$ 60 milhões

Desafio contra o grandalhão Braun Strowman, de 175 quilos, não vai atrapalhar as duas lutas previstas com Deontay Wilder no ano que vem

Wilson Baldini Jr.

15 de outubro de 2019 | 10h29

 

Tyson Fury disse que estará realizando um sonho do filho Prince, ao aceitar o desafio de enfrentar o grandalhão Braun Strowman na WWE, dia 31 de outubro, na Arábia Saudita. Mas, na verdade, o peso pesado está atrás de maior popularidade nos Estados Unidos e de um cheque de R$ 60 milhões.

Como as “lutas” na WWE são combinadas e todos os movimentados muito bem treinados, Fury não corre sérios riscos de se machucar, o que não deve prejudicar suas duas lutas contra o norte-americano Deontay Wilder previstas para o ano que vem.

O problema é que Fury sofreu um enorme corte no supercílio direito em sua última luta contra o sueco Otto Wallin, em 14 de setembro. O empresário Fran Warren afirmou que o boxeador “é um adulto e sabe o que tem de fazer e dos riscos que está correndo”.

Tudo jogo de cena, assim como foram as “brigas” na semana passada nos eventos de WWE. Tudo para vender muitos ingressos e pay per view em 22 de fevereiro, data da primeira luta entre Wilder e Fury.

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