Tyson Fury supera Deontay Wilder após ‘nocautear’ a depressão, as drogas e o álcool

Tyson Fury supera Deontay Wilder após ‘nocautear’ a depressão, as drogas e o álcool

Aos 31 anos, o novo campeão mundial dos pesos pesados esbanja carisma e reascende a categoria dos pesos pesados

Wilson Baldini Jr.

23 de fevereiro de 2020 | 12h40

 

A reconquista do título mundial, ao vencer o norte-americano Deontay Wilder, neste início de madrugada de domingo, em Las Vegas, é apenas um dos capítulos de superação do britânico Tyson Fury.

Há três anos, o novo campeão mundial dos pesos pesados, versão Conselho Mundial de Boxe (CMB), tentou o suicídio movido por um período de depressão, que também o fez abusar das drogas e da bebida.  Chegou a ultrapassar os 200 quilos de peso.

“Nada vai fazer eu abandonar meus objetivos. Eu voltei e sou o melhor do mundo”, afirmou o pugilista, nascido em Manchester e casado com Paris, mãe de seus quatro filhos.

Carismático, Fury possui contratos com vários produtos e fechou um acordo de cinco lutas com a ESPN por US$ 100 milhões. Este contrato foi assinado antes da vitória sensacional sobre Wilder, o que deve fazer com que as cifras sejam alteradas.

Suas entrada no ringue antes das lutas são uma atração, o que garantem audiência e público. O MGM registrou a maior bilheteria da história dos eventos esportivos em Nevada, com mais de US$ 16 milhões arrecadados. O pay per view, segundo os organizadores, deve atingir 2 milhões de assinaturas, com o valor de US$ 80 cada.

O nome Tyson foi uma homenagem de seu pai, John, ao lendário campeão mundial, após o filho sobreviver a um nascimento prematuro.

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