A briga no Praia Clube

A briga no Praia Clube

Bruno Voloch

04 de junho de 2020 | 10h28

Um time de estrelas é o sonho de todo torcedor.

Só que dependendo do tamanho do ego de cada uma dessas estrelas, pode começar a gerar conflitos. E nesse caso a solução vira problema.

Cabe ao gestor, na hierarquia, administrar, impor limites e evitar que o sistema seja desestabilizado preservando o coletivo em prol do resultado.

Não será fácil a tarefa de Paulo Coco.

Aliás, nunca foi fácil para ele.

O Praia Clube continua sendo o que mais investe e tem maior orçamento do BRASIL. Leia-se pressão.

Brayelin Martinez é a unanimidade. Monique andou para trás e fez novamente opção errada na carreira. Poderia jogar fácil como titular na concorrência.

O Praia mostrou apetite nas pontas segurando Fernanda Garay e trazendo Anne Buijs, via combo, e Mari Paraíba. Em tese, a única garantida é Garay. Nem tanto pela bola que (não) jogou na temporada passada e sim pelo currículo. Briga aberta para as outras 3, contando com a sempre prestativa Michelle.

No meio Jineiry Martínez não veio para ser banco. Não teria sentido. Carol e Walewska completam o setor. A segunda, embora goze do prestígio da direção, fica ameaçada.

Claudinha mantém o status de titular e Lyara terá a maior chance da carreira.

O problema ficou atrás.

Sem alternativa e com o ‘não’ de Camila Brait, o Praia foi obrigado a manter Suelen e Laís como líberos. Não era desejo do treinador Paulo Coco.

Como diz o ditado: se não tem tu, vai tu mesmo.

 

 

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