A cura do Zé e o castigo com Macris

A cura do Zé e o castigo com Macris

Bruno Voloch

28 de maio de 2019 | 19h58

José Roberto Guimarães precisou correr o risco de perder para o time B da Holanda para acordar.

Sem oposta e com Amanda em quadra, repetiu a trágica escalação padrão que passou por Brasília. Era óbvio que não iria vingar e a casa cairia naturalmente quando enfrentasse outra seleção razoável, como a República Dominicana semana passada.

Não dá para dizer que o técnico esteja curado. Longe disso. A insistência com Amanda é inexplicável. Tese reforçada uma vez que nem de Barueri ela é mais, ou seja, sem justificativa.

O treinador colocando sua ex-pupila como titular depõe contra sua tese de renovação. A jovem e promissora Tainara saiu do banco para evita e respondeu. O que se espera é que seja mantida contra Polônia.

José Roberto Guimarães não está curado. Ainda.

A cura dele, pelos indícios, não deve vir antes do fim do sofrimento de Macris. A ótima levantadora do Minas está pagando todos os pecados na seleção tendo como opostas Paula e Lorenne.

Ninguém merece, muito menos Macris.

É um teste de paciência a cada jogo.

Absoluta perda de tempo porque o blog crava que nenhuma das duas será mantida no grupo. O mesmo não dá para dizer de Amanda, dona de um cartaz inabalável com o técnico.

No mais, a pobre vitória por 3 a 2 não apaga as falhas na recepção e o aula de bloqueio registrada em Apeldoorn.

Tendências: