A decepção é proporcional à expectativa.

A decepção é proporcional à expectativa.

Bruno Voloch

30 Junho 2018 | 09h14

No fundo foi melhor assim.

Quando ninguém mais imaginaria que a seleção brasileira fosse capaz de repetir as atuações meia-boca que teve durante boa parte da competição, o BRASIL surpreendeu.

O jogo contra a Turquia, exageradamente elogiada, era para ser um simples coletivo-apronto para a final da VNL. Nada mais que isso.

Só que não foi.

Para o veloz e corajoso time da Turquia foi à vera.

Difícil prever que um dia após ganhar por 3 a 0 da China com autoridade a seleção fosse cair dessa forma. O erro talvez seja prever algo para essa atual seleção.

É difícil conviver com esta elasticidade.

As jogadoras da seleção brasileira se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. É impressionante como um time pode ser capaz de vencer as campeãs olímpicas por 3 a 0 e horas depois perder para a Turquia pelo mesmo placar.

O BRASIL não tinha como perder para a Turquia.

Fica a lição: se você diminuir as suas expectativas, você reduz as suas decepções.