A dura lição dos Estados Unidos passa por Omaha e (não) termina em Toronto

A dura lição dos Estados Unidos passa por Omaha e (não) termina em Toronto

Bruno Voloch

26 de julho de 2015 | 01h16

Omaha, EUA.

Foi um sábado duro para o vôlei feminino do BRASIL.

Em Omaha, não deu nem para a saída, como se diz na gíria.

Os Estados Unidos não tomaram conhecimento do BRASIL, ganharam por 3 a o e conquistaram o título do Grand Prix com uma rodada de antecedência.

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A superioridade norte-americana hoje é tão grande que Kiraly seu deu ao luxo de poupar Jordan Larson no jogo decisivo.

Harmotto foi a melhor em quadra. Lowe chega para ficar. Hill é realidade. Robinson evolui a cada torneio, Akinradewo impressiona pela regularidade e a desconhecida levantadora Molly Kreklow se apresentou.

A seleção se assustou. Mesmo sem ter a força máxima poderia ter resistido um pouco mais.

Carol foi uma das poucas que se salvou. E só.

Não resistiu em Omaha e muito menos em Toronto, no Canadá.

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A derrota no Pan certamente foi mais dolorosa, afinal os Estados Unidos jogaram com time B. Todas as titulares estão aqui em Omaha, prioriodade de Kiraly.

A medalha de prata tem sabor amargo.

No caso de Omaha, ganhou quem se preparou para vencer. Dentro de casa e diante da torcida, os Estados Unidos tinham obrigação do título.

No caso de Toronto não. A prata tem sabor de derrota.

Se a seleção não teve força máxima, os Estados Unidos idem.

Não tem essa de culpar o planejamento da comissão técnica, o desempenho muito abaixo do esperado das jogadoras que foram testadas ou as contusões pontuais e até certo ponto curiosas de Jaqueline.

Essa foi a opção também, no caso time B, dos Estados Unidos, mas com uma leve diferença nas peças de reposição.

O mais preocupante é que as derrotas não são somente dentro de quadra.

Fora perdemos de goleada e não é de hoje.

O tema merece um post mais profundo e direcionado. Será feito.

Os Estados Unidos não estão na nossa frente por acaso.

 

 

 

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