A estratégia de Osasco sem Tandara

A estratégia de Osasco sem Tandara

Bruno Voloch

21 de novembro de 2020 | 08h36

Aconteceu. De novo.

Osasco venceu a quarta seguida e Tandara não foi Tandara.

6 pontos.

14 nos últimos dois jogos nas vitórias por 3 a 0 contra Barueri e São José dos Pinhais.

Normal, não é.

Tandara cansou de fazer isso em apenas 1 set. Hoje está jogando mal e isso chama atenção. Difícil não se ater a esse fato até porque é uma jogadora que nos acostumou com números expressivos. Mérito dela, diga-se de passagem.

Importante ressaltar que a gente vê Tandara se cobrando muito nos jogos, sinal de maturidade e leitura.

É uma atleta acima da média que teve pico de performance nas seminais e finais do estadual atacando em média 60 bolas por partida, ou seja, a queda de produção pode ser considerada natural. Ninguém aguenta tal ritmo.

O que Osasco fez?

Pelas mãos de Roberta, fundamental nesse processo, buscou a melhora das outras atacantes, passou a usar as centrais, recuperou Jaqueline e trouxe o protagonismo para Tainara.

Paralelamente, poupa sua principal estrela e que foi contratada para resolver, como fez no título paulista.

Ruim?

Não.

Arriscado, talvez seja o termo apropriado.

Cabe a Tandara responder. E já a partir de terça-feira quando reencontrará Bauru.

 

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