A eterna e conhecida diferença entre o grande e o pequeno

A eterna e conhecida diferença entre o grande e o pequeno

Bruno Voloch

25 Fevereiro 2017 | 08h49

O jogo entre Rio e o ‘penetra’ Brasília que fechou a oitava rodada do returno foi mais um exemplo clássico da diferença entre o grande e o pequeno.

Se no primeiro set o time carioca venceu com sobras e passeando em quadra como naturalmente se esperava, os dois sets seguintes foram apertados e passaram dos 25 pontos.

16996320_1410936192279295_8852298022339659323_n

O ‘penetra’ tem até uma equipe esforçada, evoluiu em relação a temporada passada, mas não tem poder de decisão. Já tinha sido assim contra Osasco e novamente o time entrega na hora de resolver o set. E não foram poucas as oportunidades de definir.

Do outro lado não tem perdão. E assim foi.

3 a 0.

É questão de costume.

Enquanto um está acostumado a ganhar, assusta e se supera nos momentos de adversidade, o outro tropeça nas próprias pernas.

Não por acaso o Rio tem mais de 20 pontos de diferença.

O ‘penetra’ Brasília, que se orgulhava de ser o adversário a ser batido, como as próprias jogadoras rotularam, perdeu esse status faz tempo. A derrota para o Rio foi a quarta consecutiva na Superliga.