A fonte secou. CBV corta ajuda de custo aos clubes e estuda acabar com regalia de campeões olímpicos.

A fonte secou. CBV corta ajuda de custo aos clubes e estuda acabar com regalia de campeões olímpicos.

Bruno Voloch

25 de abril de 2018 | 08h21

Atolada em dívidas, a CBV, Confederação Brasileira de Vôlei continua fazendo suas vítimas.

Os clubes que disputam a Superliga são os novos atingidos pela crise que assola a entidade. E o risco é grande de sobrar também para os jogadores campeões olímpicos.

Devendo quase R$ 20 milhões no mercado, a CBV decidiu cortar a ajuda de custo de R$ 100 mil que dava anualmente aos clubes.

O blog tem informações que a decisão não foi bem recebida e pode existir retaliação em breve. O relacionamento entre as partes é ruim.

Segundo consta, a CBV não pode ceder e continua irredutível.

Os jogadores campeões olímpicos não devem escapar dos cortes e podem sofrer literalmente na pele. O direito adquirido para viajar de primeira classe, acordado anos atrás, está ameaçado e é provável que não seja mantido.

A CBV não tem mais condição financeira de arcar com a diferença e a tendência é que toda a delegação viaje de econômica durante a Liga das Nações.

Cada confederação, pelo regulamento da competição, é que arca com as despesas aéreas. A diretoria da CBV, cautelosa, estuda uma maneira de passar as novas regras para os medalhistas de ouro.

 

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