A genialidade e o “jênio” na histórica goleada do Barueri em Bauru

A genialidade e o “jênio” na histórica goleada do Barueri em Bauru

Bruno Voloch

03 de novembro de 2019 | 08h47

No vôlei, técnico ganha jogo, sim.

E perde também.

José Roberto Guimarães deu uma lição no ‘jênio’ Anderson Rodrigues. Vitória da coragem e ambição contra o comodismo.

Algo inimaginável, diante da disparidade técnica e orçamentária entre Barueri e Bauru, e só comparado ao ‘Massacre de Uberlândia’ em 2018 quando o Praia fez 4 a 0 no Rio, de Bernardinho na final da Superliga.

Foto: Lucas Guanaes

Não era decisão, apenas semifinal. E do Paulista. Mas a vitória registrada no Panela de Pressão jamais será esquecida e para sempre lembrada na história dos estaduais.

Barueri precisava vencer no tempo normal e no golden set.

E isso tudo carregando um 3 a 0 nas costas no jogo de ida. Humilde, o time de José Roberto Guimarães comeu pelas beiradas, ganhou confiança depois da vitória no primeiro set, foi brilhante no sistema defensivo, correto nos contra-ataques e não só devolveu o placar de Barueri como fez 25/16 no golden set.

Barueri teve iniciativa e intensidade com as jogadores indo no limite. Atuação irretocável e que não permite destacar apenas uma e sim o conjunto da obra.

Desfecho da série absolutamente inesperado levando-se em conta os investimentos de Barueri e Bauru, incrédulo, carente de neurônios e estratégia. Diferença essa minimizada pela grotesca diferença de comando no banco.

 

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