A imprevisível e imperdível batalha na Europa para Tóquio 2020

A imprevisível e imperdível batalha na Europa para Tóquio 2020

Bruno Voloch

06 de janeiro de 2020 | 08h08

A Europa é o centro das atenções.

As duas últimas vagas do continente para os jogos olímpicos de Tóquio serão decididas essa semana. Em Berlim, na Alemanha, o masculino já está em quadra. Apeldoorn, na Holanda, recebe o feminino a partir de terça-feira.

Não adianta querer bancar o adivinho e fazer qualquer tipo de previsão. E serve para os dois casos. Numerologia, astrologia, tarot, ou seja, nada resolve ou serve como indicativo.

A vitória da França por 3 a 0 contra a Sérvia, atual campeã européia, é o maior exemplo desse equilíbrio. Nem o fator casa significa vantagem para a Alemanha que começou bem fazendo 3 a 0 na República Tcheca.

Definitivamente não.

O discurso vale para a Holanda no feminino, literalmente de cara nova sem Jamie Morrison no banco. Polônia, da craque Malwina Smarzek, Bulgária, de Rabadzhieva, e Azerbaijão, de Polina, completam o grupo A. Só duas seleções passam e jogarão as semifinais.

Do outro lado a Turquia, do competente Guidetti, tem caminho mais tranquilo e irá avançar de fase junto com a sempre perigosa Alemanha. A Croácia é a carta fora do baralho e nem a Bélgica acredita na própria força.

 

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