A inaceitável decadência do tradicional São Caetano.

A inaceitável decadência do tradicional São Caetano.

Bruno Voloch

05 Dezembro 2018 | 09h56

Quem diria.

O tradicional São Caetano virou saco de pancada na Superliga. 6 jogos, 6 derrotas e nenhum ponto conquistado. O sexto revés consecutivo foi em casa contra o Fluminense.

3 a 0 novamente.

É uma campanha que não condiz com a história do clube.

Antônio Rizola, do alto de sua experiência e competência, não conseguiu fazer as colombianas Alejandra e Segovia decolarem. As duas não vingaram.

Veteranas como Dayse e Fernanda Ísis jamais poderiam dar certo. Não seria diferente em São Caetano.

A talentosa Sonaly, rara exceção, acabou contagiada pela mediocridade do time. Não é nem sombra da jogadora que fez bons jogos na temporada passada. E tem bola.

São Caetano corre seríssimo risco de cair. A distância para os principais concorrentes só aumenta.

Curitiba tem 10. Bauru 4.

Só o recém-chegado Camboriú anda solidário e de mãos dadas com São Caetano. Ainda assim tem 1 pontinho.

Até o ‘penetra’ Brasília tirou a barriga da miséria da rodada. É verdade que o adversário era o Pinheiros, mas e daí? Somou 3 pontos e abriu 7 de diferença.

O destino colocou Hairton Cabral, ex-técnico, no caminho de São Caetano. O  treinador passou 16 anos no clube paulista. Na próxima rodada, sexta-feira em Brasília, os dois irão se reencontrar.

Que situação.