A inesgotável fonte de talentos dos Estados Unidos

A inesgotável fonte de talentos dos Estados Unidos

Bruno Voloch

08 de julho de 2019 | 09h12

Planejamento aliado ao talento com uma pitada de experiência e muita renovação.

Foi assim que os Estados Unidos conquistaram o bicampeonato da VNL.

Nas duas primeiras semanas jogaram apenas com Micha Hancock e Andrea Drews do considerado time A. Na terceira semana Lloyd, Robinson, Larson, Gibbemeyer e Dixon passaram a fazer parte do grupo.

Depois reapareceram Bartsch e Lowe. Nada mudou na quinta semana de VNL. Na fase final jogada na China, Kiraly surpreendeu e deixou de fora as duas principais levantadoras: Hancock e Lloyd.

Jogaram Carlini, terceira, e Poulter, a quarta.

Lowe foi preterida e a promissora Thompson ficou entre as relacionas. Tinha mais. Apenas Dixon como central experiente.

Os Estados Unidos abriram mão e pouparam na VNL nomes como Foluke Akinradewo, Kimberly Hill, Kelly Murphy, Lauren Gibbemeyer e Rachael Adams.

Isso significa dizer que os Estados Unidos venceram a competição sem 8 das principais atletas. Não é pouca coisa.

O que falta aqui, sobra do lado de lá.

 

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