A mão que fez a diferença para Osasco

A mão que fez a diferença para Osasco

Bruno Voloch

11 Março 2018 | 16h00

As duas primeiras perguntas que as jogadoras fazem quando recebem proposta para renovar ou trocar de clube são as seguintes:

Primeiro quem será o técnico? E depois quais são as levantadoras? Isso mesmo, no plural.

Nenhum clube do BRASIL está tão bem serviço quanto Osasco na posição. O assunto já foi tema aqui no blog, lembra? Faz tempo, há 2 anos, quando Carol Albuquerque foi contratada para ser reserva da então titular Dani Lins.

Reserva.

Quem disse que Carol se importa? Reserva de luxo e titular na maior parte dos times brasileiros.

Aos 40 anos, com corpinho e mente de 30, a levantadora foi a principal responsável pela reação de Osasco no primeiro jogo das quartas de final contra Barueri.

Mérito de Luizomar de Moura que viu em Carol a chance de mudar a história do jogo. Carol também. Do banco, do alto de sua experiência, fez Osasco rodar com mais facilidade e trouxe as centrais de volta.

Carol foi simples, objetiva e eficaz.