A matemática não mente. Faltava Tifanny para fechar a conta em Bauru

A matemática não mente. Faltava Tifanny para fechar a conta em Bauru

Bruno Voloch

15 de fevereiro de 2020 | 21h41

A razão, na maioria dos casos, é como uma equação.

Se a conta não fechava em Bauru era responsabilidade de Anderson Rodrigues.

As mensagens recebidas pelo técnico, inclusive da alta cúpula de Bauru, surtiram efeito e sem ter para onde correr, o treinador, contrariado, escalou Tifanny de início contra Osasco.

A vitória por 3 a 0 não foi uma simples coincidência.

Foi sim, uma resposta aos erros absurdos, a injustiça e a irresponsabilidade de um profissional que deixou de escalar o que o Bauru tem de melhor por causa da questões pessoais.

Bauru será campeão da Superliga?

Não.

O resultado alcançado muda pouco ou quase nada em relação ao cruzamento aos playoffs. O adversário será o próprio Osasco.

Anderson que não se iluda.

Apesar de ter sido forçado a mudar, continua em débito. Teimosia e postura que custaram caro ao time. Pontos preciosos que ficaram pelo caminho e que poderiam ter amenizado o desgaste interno e mudado o destino da equipe na Superliga.

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