A última chance do ano para Renan. E que chance.

A última chance do ano para Renan. E que chance.

Bruno Voloch

11 de setembro de 2017 | 12h10

Nagoya, Japão.

Agora é a vez deles. A edição masculina da Copa dos Campeões começa simplesmente com o jogo que decidiu a última Liga Mundial: BRASIL e França.

Só que nesse caso o favoritismo é todo da seleção brasileira. Earvin N’Gapeth, craque francês e carrasco em Curitiba, não estará em quadra. Ele sequer foi relacionado para a competição.

Oficialmente o que se diz por aqui é que ele ficou fora por causa de dores nas costas. Outro que não veio foi Le Roux, esse sim lesionado no tornozelo.

A França, que foi mal no Europeu, chega aqui no Japão sem grandes pretensões.

Não é o caso do BRASIL. Renan trouxe o que tem de melhor. E não está errado.

A Copa dos Campeões é a última chance do treinador de ganhar um título em 2017. Sim, porque não creio, com a experiência e vivência de Renan, que ele tenha levado em consideração o Sul-Americano.

O BRASIL, repito, não fez mais do que obrigação no Chile. A preocupação excessiva com o Sul-Americano, evidencia que Renan estava levando o discurso de respeitar os adversários a sério.

Preocupante.

Vencer aqui em Nagoya, independentemente das opções de França, Itália e Estados Unidos, é tudo que Renan precisava.

A pressão aumenta quando a gente lembre que o BRASIL é o atual tricampeão da competição e o maior vencedor da história com 4 títulos em 6 possíveis.

 

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