Airton Nascimento tinha uma leveza rara. Obrigado por tudo!

Airton Nascimento tinha uma leveza rara. Obrigado por tudo!

Bruno Voloch

31 de julho de 2020 | 18h20

Dia triste para o vôlei brasileiro.

Partiu, Airton Nascimento.

Profissional que tive a honra e o prazer de conhecer há mais de 25 anos, mais precisamente em Tietê, São Paulo. A cidade, até então, tinha um time feminino que acabaria durando pouco tempo.

Assim como ele que nos deixa tão rápido.

Vi algumas manifestações nas redes sociais, como de Bauru. Não se esperava nada diferente conhecendo a índole do presidente e da família Mandaliti.

Homenagem justa.

Airton escreveu seu nome na história do clube. Era ele o técnico no acesso estadual e na Superliga B. Isso sem contar nos anos que atuou como supervisor.

A gente se viu pela última vez em exatamente em Bauru.

Nunca imaginamos, nunca prevemos.

Me lembro de suas palavras: ‘Brunão, prazer em ver você. Seja bem-vindo. Como a gente pode te ajudar’.

Era sempre assim.

Cara doce, firme nas palavras, transparente, ótimo papo, estudioso e ótimo profissional. Bom de resenha. Apaixonado pelo que fazia com tanta dedicação.

Talvez não tenha tido as oportunidades que merecesse, mas por onde passou só fez amigos e deixou saudades.

Vai fazer falta por aqui.

Deixo minhas condolências aos familiares e seus admiradores.

Foi um orgulho, do tamanho do coração dele, que acabou não resistindo, ter sido amigo do Airton.

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