Alívio e coerência na Austrália.

Alívio e coerência na Austrália.

Bruno Voloch

22 Junho 2018 | 11h31

Renan se rendeu, acertou na escalação e a seleção aparentemente respondeu. O técnico se convenceu e enxergou que se insistisse com algumas peças não arrumaria nada na VNL.

Bom sinal. Só que como as coisas não são claras por lá, onde nem sempre jogam os melhores, não seria nenhuma surpresa se o treinador persistisse no erro.

Sinal de que a passagem pífia por Varna deixou lições. E não era para menos.

É evidente que a Austrália não serve como parâmetro para nada. Para o BRASIL porém os australianos caíram do céu. Era o adversário ideal em todos os sentidos.

Os 3 a 0 podem dar tranquilidade na sequência do trabalho e interrompem a série de 3 derrotas seguidas.

Renan, finalmente, foi coerente.

Coerente e corajoso.

Corajoso ao manter Thales de líbero e coerente na escalação de Lucas Lóh como titular, afinal não teria sentido nenhum tirá-lo do BRASIL para não jogar.

O futuro jogador do Sesi, verdade seja dita, sentiu a falta de ritmo de jogo, algo natural, pode minimizar os erros e só com o tempo ganhará entrosamento.