Anderson perde queda de braço com Tifanny em Bauru.

Anderson perde queda de braço com Tifanny em Bauru.

Bruno Voloch

07 Dezembro 2018 | 10h13

Fazer a escolha certa nunca foi a especialidade de Anderson Rodrigues, aquele mesmo que dirigindo o ‘penetra’ Brasília entregou um jogo na Superliga retrasada.

Achou que seria beneficiado na ocasião tendo vida fácil nos playoffs e acabou sendo eliminado da mesma maneira.

E não aprendeu.

Pensando apenas no lado pessoal e não no coletivo, errou novamente ao abrir mão de Tifanny  Ele esquece que se não fosse ela o time dificilmente teria conquistado o título estadual.

Ainda assim, Anderson manteve a jogadora no banco para o início da Superliga.

Precisou perder 3 jogos seguidos e não figurar entre os 8 primeiros para enxergar o óbvio, ou seja, que Tifanny, independentemente da questão física de Palácio, não pode ser reserva em Bauru.

É gritante a diferença de Bauru com a presença dela entre as titulares. E junto com Diouf na saída. O time não perde tanto assim no passe como se imagina e ganha força de ataque.

Foi assim contra Curitiba na vitória por 3 a 1 quando Tifanny terminou como maior pontuadora.